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  • Equipe Eu Entrego

Empresas buscam alternativas para entregar encomendas em zonas de risco


A insegurança que impera em determinadas áreas tem levado empresas a investir em formas alternativas de entregas de encomendas.

Um carro popular com película rodando pelas ruas da periferia. Até aí, nada demais. Mas na Brasilândia, a dez quilômetros do Centro de São Paulo, ele faz as vezes de caminhão de entrega. A missão: garantir que o cliente receba a encomenda, sem chamar a atenção.


Raul faz o que muitas transportadoras e até os Correios têm dificuldade de fazer: entregar mercadorias em áreas consideradas de risco por causa da violência. Ele usa um aplicativo de entregas que arrumou um jeito de driblar os roubos de cargas: convocou como entregadores os próprios moradores da periferia, como Raul.


“O pessoal conhece muito a gente por aqui, então isso ajuda bastante. Evita assalto, essas coisas”, disse Raul Gomes.


No site dos Correios, a rua aparece como área de restrição. O carteiro explica: a espera é maior.


“Para ir lá somente com escolta. Por ser área de risco, eles dão um prazo até 15, 20 dias”, disse.

Com o carro de Raul, Cláudio recebeu a encomenda em três dias.


No centro de distribuição da empresa, Raul é só mais uma formiguinha dessa nova logística. No Brasil inteiro, o aplicativo já tem 30 mil entregadores cadastrados. Um exército de autônomos que faz a ponte entre grandes empresas e o consumidor.


“Como aquela entrega social é o ganha pão daquela pessoa da comunidade, ela é respeitada no seu trabalho. A gente não teve nenhum registro de roubo até o momento”, explicou Vinicius Pessin, criador do aplicativo Eu Entrego.

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