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Na crise ou fora dela, plataformas de entrega compartilhada são opções para melhorar a renda


Por Vinícius Pessin*


Basta uma rápida olhada nos principais centros comerciais do país para perceber que o delivery mudou com os avanços da tecnologia. Esses profissionais têm ganhado cada vez mais espaço com a chegada do omnichannel. O surgimento dos aplicativos de entrega remodelou não apenas o setor logístico, oferecendo uma alternativa interessante para a remessa de pedidos, mas também possibilita uma opção a mais para quem quer driblar a crise econômica e encontrar uma nova fonte de renda.


Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), organizada pelo IBGE, mostram que há mais de 24 milhões de pessoas que trabalham por conta própria. O número, registrado em maio de 2019, é o recorde da série histórica, iniciada em 2012. Além disso, é 1,4% superior ao trimestre anterior (encerrado em fevereiro de 2019) e 5,1% maior do que o observado no mesmo período de 2018.


O crowdshipping, por exemplo, foi uma outra alternativa utilizada pelos brasileiros. No conceito, cidadãos comuns agilizam o envio de encomendas no país. Basta que o interessado tenha uma forma de se locomover até o destino da encomenda, seja a pé, de carro, bicicleta ou até transporte público, para efetivar o serviço e ganhar uma quantia em cima. Ou seja, o custo para a pessoa pode ser zero em alguns casos.


Por meio das plataformas de entrega compartilhada, as famílias podem complementar suas receitas, obtendo rendimentos no trajeto para a faculdade, trabalho ou até lazer, e aqueles que ficaram desempregados nos últimos anos conseguem manter seu padrão de vida enquanto não arrumam uma recolocação no mercado de trabalho em suas áreas de origem.


Esta situação, contudo, requer uma série de cuidados para garantir rentabilidade com qualidade de vida. A pessoa precisa ter um planejamento rigoroso e, principalmente, elaborar uma estratégia para conseguir, no fim do mês, uma quantia significativa. Além disso, como todo empreendedor e autônomo, é necessário estar ciente dos riscos e compreender que ele é o responsável sozinho por todas as decisões que tomar, como rotas escolhidas, meio de transporte e até se resolve esperar em pontos de maior movimentação para conseguir realizar um número maior de viagens.


O avanço dos recursos tecnológicos trouxe uma série de impactos na sociedade como um todo – e no emprego não é diferente. A forma como as pessoas se relacionam com o trabalho atualmente é bem diferente do que há três décadas, por exemplo. No meio dessa discussão, há situações econômicas que exigem que as pessoas busquem alternativas para manter sua renda enquanto procuram algo que lhes agradam. As plataformas de entrega compartilhada conseguem atender este movimento, permitindo uma solução rápida para quem precisa e garantindo agilidade e eficiência em todo o setor.


* Vinícius Pessin é CEO e CoFounder da Eu Entrego.


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